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contato@torneapaulista.com.brEngenharia de aplicação e cotação técnica

Tornos CNC escolhidos pela peça que você produz

Importamos, especificamos e implantamos tornos CNC, máquinas automáticas e automação para usinagem.

A máquina chega e precisa começar a trabalhar

Nivelamento, ligação elétrica, procedimentos iniciais. A instalação faz parte do fornecimento, com escopo definido na proposta.

Antes disso, a conversa é sobre a sua peça

Desenho, material, tolerância, operações e volume. É desse cruzamento que sai a configuração, não do catálogo.

E termina com a peça medida na bancada

Repetibilidade de ±0,003 mm no catálogo é número de folheto. O que vale é a peça saindo dentro da tolerância, ciclo após ciclo.

Φ600 mm
volteio máximo na linha GT
750 mm
comprimento usinável no GT200L
±0,003 mm
repetibilidade de posicionamento
18 famílias
de tornos, especiais e automação

Escolher a máquina certa começa pela aplicação

Duas máquinas de aparência parecida podem atender processos completamente diferentes. Um torno com ferramenta acionada elimina uma segunda operação. Um modelo com eixo Y resolve geometrias que exigiriam outro equipamento. Um sub-spindle faz frente e verso sem nova fixação. Uma linha com alimentação automática muda o custo de uma peça seriada.

Por isso a conversa não começa pelo catálogo. Começa pela sua peça, pelo material, pelo ciclo, pela faixa dimensional e pelo volume que a sua empresa pretende fabricar.

Linhas de máquinas

Quatro formas de resolver um processo de usinagem

Tornos CNC

Tornos CNC

Torre indexadora, ferramenta acionada, eixo Y e sub-spindle.

Oito famílias entre torre, gang tool e barramento plano. A ferramenta acionada leva furação e fresamento para a mesma fixação, e o sub-spindle conclui o segundo lado sem soltar a peça. As máquinas contam com opção de barramento inclinado para melhor escoamento de cavacos e rigidez estrutural.

Volteio
Φ320 a Φ600 mm
Comprimento usinável
até 750 mm
Passagem de barra
Φ35 a Φ75 mm
Posicionamento
±0,005 mm
Repetibilidade
±0,003 mm
8 famílias
Tornos automáticos

Tornos automáticos

Produção seriada de eixos, tubos, barras e peças escalonadas.

Máquina que nasce em torno de uma família de peças e de uma forma de alimentação, frontal ou traseira, para repetir o mesmo ciclo com pouca intervenção do operador.

Diâmetro da peça
Φ3 a Φ40 mm
Comprimento no CKZJ
até 300 mm
Motor do spindle
1,5 a 3,7 kW
Famílias
GS30, CKZJ e ZC
3 famílias
Máquinas especiais

Máquinas especiais

Bits, marcação, fresamento e furação em lote.

Equipamentos desenhados em torno de uma única operação, para geometria repetitiva em volume alto: turn-milling de bits, marcação e fresamento ou furação automática.

Diâmetro da peça
Φ3 a Φ18 mm
Motor
1,8 a 3,7 kW
Peso
550 a 1.250 kg
Famílias
CKZX25, ZD-150 e ZX
3 famílias
Automação

Automação

Alimentação de barras, truss, robôs e linhas integradas.

Alimentador de barras, sistema truss, braço robótico colaborativo e linhas com várias máquinas integradas. A linha GT sai de fábrica com as interfaces de truss pré-instaladas.

Alimentador B-326
barras de Φ3 a Φ26 mm
Alimentador DH-65
barras de Φ5 a Φ60 mm
Truss e linhas
peças de até 3 a 5 kg
Interface truss
pré-instalada na linha GT
4 famílias

Catálogo

Máquinas que resolvem os pedidos mais comuns

Engenheiro de aplicação da Tornea Paulista com um desenho técnico na mão
Torno CNC da série GT com torre acionada e eixo YTorno CNC com ferramenta acionada e eixo YTorre acionada para concentrar furação e fresamento no mesmo setup, com versões LMY que acrescentam deslocamento em Y.Ver fichaTorno CNC GT com sub-spindle e transportador de cavacosTorno CNC com sub-spindleTransferência da peça para o segundo spindle para concluir o lado oposto sem retirar, inverter e refixar.Ver fichaTorno CNC GT100 com torre servo e barramento inclinadoTorno CNC com torre servoPlataforma de torneamento com barramento inclinado e guias horizontais alto/baixo, do compacto GT80 ao GT200L.Ver fichaTorno CNC gang tool GT35 compactoTorno CNC gang toolFerramentas fixas no carro, barramento inclinado 45° e ciclo curto para peças pequenas em série.Ver fichaTorno automático GS30-300A com sistema de alimentaçãoTorno automático de alta eficiência GS30Alimentação e descarga acompanham o ritmo da usinagem, com versões para peça curta, média e longa.Ver fichaTorno CNC de leito plano GS35Torno CNC de leito plano GS35Três níveis de automação sobre a mesma base: manual, com alimentação frontal e com sistema truss.Ver fichaTorno CNC automático CKZJ com alimentação frontalTorno CNC automático CKZJAlimentação frontal ou traseira para transformar uma operação repetitiva em rotina automática, sem célula robotizada.Ver fichaTorno CNC com sistema truss de carga e descarga automáticaSistema truss de carga e descargaManipulador linear com garra de três castanhas e cilindro rotativo, desenvolvido para a plataforma GT.Ver ficha

A linha cobre do torneamento de eixo simples à célula automática. Quando a peça chega antes do modelo, a indicação técnica vem junto da proposta.

Ver todas as máquinas

Da peça ao início da produção

A compra de uma máquina industrial não é a compra de um item de prateleira

Antes do pedido, levantamos o processo e a configuração necessária. Depois, a implantação considera a preparação para instalação, os procedimentos iniciais de operação e o treinamento da equipe conforme o equipamento adquirido.

Seis etapas, da peça à produção01 / 06
01A peça
Desenho, material, faixa dimensional, tolerância e volume. Tudo começa no componente, não no modelo.
02A configuração
Cruzamento entre a peça e curso, passagem de barra, torre, eixo Y, sub-spindle e alimentação.
03A proposta
Modelo, opcionais, condições de fornecimento e escopo de implantação, por escrito.
04A chegada
Requisitos de piso, energia e ar comprimido alinhados antes de a máquina embarcar.
05A instalação
Posicionamento, nivelamento, ligações e os procedimentos iniciais de operação.
06A produção
A equipe treinada na configuração adquirida e a peça saindo dentro da tolerância.
Torno CNC da série GT integrado a um sistema truss de carga e descarga
A mesma máquina pode entrar sozinha hoje e receber o sistema de carga automática depois. É essa decisão que a configuração precisa comportar desde o pedido.
Corredor de tornos CNC em fábrica bem iluminada

Preparadas para automação

Começar simples e automatizar depois, sem trocar de máquina

Toda a linha GT sai de fábrica com as interfaces de truss pré-instaladas. Isso permite entrar com uma configuração mais direta e planejar a automação conforme a produção cresce, ou já estruturar a célula desde o início.

Em produção seriada, essa arquitetura reduz movimentação manual, estabiliza o ritmo do processo e libera o operador de tarefas repetitivas.

Ver soluções de automação

Aplicações

Para quais operações

A pergunta mais útil não é qual é o melhor torno. É qual arquitetura resolve esta peça com menos etapas, menos manuseio e estabilidade suficiente para o volume esperado.

Enviar a peça para análise
Peças de eixo
Comprimento, relação diâmetro sobre comprimento, apoio por contraponto, passagem de barra e vibração entram na seleção. Em material longo, a forma de alimentação muda o projeto.
Peças tipo disco
Diâmetro torneável, placa, rigidez e acesso da ferramenta pesam mais do que a passagem de barra.
Peças com segunda face
Sub-spindle elimina retirada e refixação, principalmente quando coaxialidade e repetibilidade entre lados são relevantes.
Furos deslocados, flats e rasgos
Ferramenta acionada e eixo Y concentram operações que, em um torno convencional, exigiriam uma segunda máquina.
Produção seriada
Gang tool, alimentação automática, bar feeder, truss e robótica precisam ser avaliados pelo tempo total do ciclo, não apenas pelo tempo de corte.
Bits, hastes e componentes pequenos
Máquinas dedicadas costumam fazer mais sentido do que uma plataforma universal quando a geometria é repetitiva e o volume é alto.

Perguntas que aparecem
em quase toda cotação

Qual a diferença entre um torno CNC comum e um torno com ferramenta acionada?

Um torno CNC convencional concentra operações de torneamento. Com ferramenta acionada, a própria torre movimenta ferramentas rotativas para operações como furação e fresamento, conforme a configuração. Isso pode eliminar uma segunda etapa em outra máquina.

Quando vale a pena usar eixo Y?

Quando a peça tem furos, rasgos, flats ou outras geometrias fora do eixo central. O eixo Y dá liberdade adicional à ferramenta acionada e reduz reposicionamentos.

Para que serve o sub-spindle?

O sub-spindle recebe a peça para executar operações no lado oposto. Em aplicações adequadas, evita retirar, inverter e prender novamente a peça manualmente.

Gang tool é melhor que torre?

Não existe resposta universal. Gang tool costuma funcionar bem em peças pequenas e repetitivas, com sequência fixa. A torre é mais flexível quando há variedade de ferramentas e setups.

Qual a diferença entre torno CNC e torno automático?

O torno CNC é uma plataforma flexível, que troca de peça com um novo programa e um novo setup. O torno automático nasce em torno de uma família de peças e de uma forma de alimentação, para repetir o mesmo ciclo com pouca intervenção. Quando a peça é estável e o volume alto, o automático costuma entregar mais peças por turno.

O que é passagem de barra e por que ela importa?

É o maior diâmetro de matéria-prima que atravessa o spindle. Ela define se a peça pode ser produzida direto da barra ou se vai exigir corte prévio e carregamento peça a peça. Na linha disponível, a passagem vai de Φ35 mm a Φ51 mm, com opções de até Φ75 mm conforme o modelo.

Quanto custa um torno CNC?

O valor muda conforme o envelope de trabalho, a potência do spindle, o tipo de torre, a presença de eixo Y ou sub-spindle, os opcionais e a automação. Duas máquinas da mesma família podem ter diferença grande de preço só por causa da configuração. Por isso o valor é apresentado na proposta, depois da análise da peça.

Qual a diferença entre torno CNC e centro de usinagem?

No torno, a peça gira e a ferramenta avança contra ela, o que favorece geometrias de revolução como eixos, buchas e discos. No centro de usinagem, a ferramenta gira e a peça fica fixa, o que favorece peças prismáticas. Tornos com ferramenta acionada e eixo Y ficam no meio do caminho e absorvem parte do trabalho que iria para o centro.

Qual o prazo de entrega de uma máquina importada?

Depende do modelo, da configuração escolhida e da logística do embarque. Não publicamos prazo genérico no site: a data é informada na cotação, com base na disponibilidade real daquela configuração.

Que infraestrutura a fábrica precisa ter para receber a máquina?

Piso capaz de suportar o peso, energia compatível com a potência instalada e ar comprimido quando a configuração exigir. Na linha, os motores de spindle vão de 3,7 kW a 18,5 kW e o peso passa de 5.000 kg nos modelos maiores. Os requisitos exatos são alinhados antes da entrega.

Dá para usinar inox e materiais mais difíceis nessas máquinas?

A resposta depende da rigidez necessária, da rotação, do torque disponível, da ferramenta e dos parâmetros de corte. Materiais mais exigentes normalmente pedem spindle com mais torque e estrutura mais robusta. Por isso o material precisa entrar na análise de aplicação desde o começo.

Instalação e treinamento estão incluídos?

Os dois são tratados dentro do fornecimento da máquina, com escopo, duração e condições definidos na proposta comercial, porque variam conforme o equipamento e a aplicação.

Conte o que você precisa produzir

Se já sabe qual modelo procura, informe a máquina. Se ainda está comparando, descreva a peça e o processo atual. Quanto melhor a informação, mais precisa fica a proposta.

  • Desenho técnico ou foto da peça
  • Material e tolerâncias críticas
  • Maior e menor diâmetro, comprimento
  • Operações necessárias
  • Volume por lote, dia ou mês
  • Máquina ou processo usado hoje

Prefere falar direto?
contato@torneapaulista.com.br · +55 11 98871-6346

O pedido vai por e-mail para a equipe técnica e abre uma cópia no WhatsApp, para você acompanhar a resposta pelo canal que preferir. Não envie informações confidenciais de projeto sem autorização interna da sua empresa.